Perfil de pacientes ostomizados atendidos por la estrategia salud de la familia

Alyne Leal de Alencar Luz, Maria Helena Barros Araújo Luz

Texto completo:

HTML

Resumen

Objetivo: analizar el perfil de pacientes ostomizados atendidos por la estrategia salud de la familia.
Métodos: estudio exploratorio descriptivo, con abordaje cuantitativo, realizado con 45 pacientes ostomizados, de ambos sexos, cuya muestra se conformó con el 100 % de estos pacientes. Los datos fueron recolectados por medio de un formulario en el período de julio a agosto de 2013, a través de técnica de entrevista y examen físico, categorizados en Microsoft Excel y procesados utilizando el paquete estadístico SPSS 16.0 por estadística descriptiva.
Resultados: prevalecieron las mujeres (57,8 %), predominantemente con edades entre 20-59 años (55,6 %), en su mayoría con bajo nivel educativo (55,6 %) y de bajos ingresos (75,6 %). Como la causa subyacente de las ostomías, predominaron las enfermedades inflamatorias intestinales (40,0 %); la mayoría eran colostomía (77,8 %), temporales (66,7 %), uso de dispositivo de una pieza (80 %), del tipo drenable (60 %) y con barrera de protección (62,2 %).
Conclusiones: el conocimiento del perfil de la persona ostomizada y las peculiaridades asociadas con el ostoma son esenciales para conducir la atención de enfermería, con vistas a la participación activa del cliente articulado con otros profesionales que participan en el cuidado perioperatorio y seguimiento del proceso de rehabilitación.

Palabras clave

ostomía; perfil de salud; salud de la familia; enfermería.

Referencias

Cesaretti, IUR. Cuidando da pessoa com estoma no pós-operatório tardio. Revista Estima. 2008; 6(1): 27-32.

Martins ML, et al. A enfermagem, a pessoa com ostomia intestinal e seus familiares. In: KALINOWSKI, C. E. Programa de Atualização em Enfermagem: Saúde do Adulto. Porto Alegre: Artmed, 2007, 127-166.

Associação Brasileira de Ostomizados (ABRASO). Giro pelo mundo: ações pelo mundo. Rev ABRASO. 2005;5:19-21.

Associação Brasileira de Ostomizados (ABRASO). Política pública: a saúde da pessoa ostomizada. Rev ABRASO. 2004;3:12.

Silva AL, Shimizu HE. O significado na mudança do modo de vida da pessoa com estomia intestinal definitiva. Rev. Latino-am. Enfermagem. 2006; 14(4): 483-90.

Sonobe HM, Barrichello E, Zago MMF. A visão do colostomizado sobre o uso da bolsa de colostomia. Revista Brasileira de Cancerologia, 2002; 48(3):341-8.

Fernandes RM, Miguir ELB, Donoso TV. Perfil da clientela estomizada residente no município de Ponte Nova, Minas Gerais. RevBrasColoproct., Rio de Janeiro. 2011; 30(4):385-92.

Ramos RS, Barros MD, Santos MM, Gawryszewinski ARB, Gomes AMT. O perfil dos pacientes estomizados com diagnóstico primário de câncer de reto em acompanhamento em programa de reabilitação. Cad. Saúde Colet., Rio de Janeiro. 2012; 20(3): 280-6.

Instituto Nacional doCâncer (INCA). Estimativa de câncer no Brasil 2012. Disponível em:. Acesso em: 19 julho. 2013.

Santos CHM, Bezerra MM, Bezerra FMM, Paraguassú BR. Perfil do Paciente ostomizado e complicações relacionadas ao estoma. Revista Brasileira de Coloproctologia. 2007; 27(1):16-19.

Luz MHBA, Andrade DS, Amaral HO, Bezerra SMG, Benício CDAV, Leal ACA. Caracterização dos pacientes submetidos a estomas intestinais em um hospital público de Teresina-PI. Texto & contexto enferm. 2009; 18(1). Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010407072009000100017&script=sci_arttext.

Nosella V.; Martins M.; Netinho J. Qualidade de vida e atividades cotidianas dos pacientes ostomizados definitivos. Rev. Prática Hosp., São Paulo, n. 44, 2006. Disponívelem: http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2044/pgs/materia%2007-44.html. Acesso: 10 dez. 2013.

Santos VLCG, Paula CAD, Secoli SR. Estomizado adulto no município de São Paulo: um estudo sobre o custo de equipamentos especializados. Rev Esc Enferm USP [serial on the Internet], 2008; 42(2): 249-55.

Stumm EMF, Oliveira ERA, Kirschner RM. Perfil de pacientes ostomizados. Revista Scientia Medica. Porto Alegre. 2008; 18(1): 26-30.

Sasaki VDM, Pereira APS, Ferreira AM, Pinto MH, Gomes JJ.Health care service for ostomy patients: profile of the clientele. J Coloproctol. 2012; 32(3): 232-9.

Salimena AMO, Valente WR, Melo MCSC, Paschoalin HC, Souza IEO. Compreendendo as vivências de mulheres ao enfrentar a condição de ter um estoma um estoma intestinal. Rev Estima, São Paulo. 2008; 6(3): 12-8.

Persson E, Gustavsson B, Hellstrom AL, Lappas G, Hultén L. Ostomy patients’ perceptions of quality of care. Journal of Advanced Nursing. 2005; 49(1): 51-8.

Aguiar ESS, Santos AAR, Soares MJGO, Ancelmo MNS, Santos RS. Complicações do Estoma e Pele Periestomal em Pacientes com Estomas Intestinais. Rev Estima. 2011; 9(2): 22-30.

Robertson I, et al. Prospective analysis of stoma- related complications. Colo rectal Dis. 2005; 7(3): 279-85.

Sakai Y, Nelson H, Larson D, Maidl L, Young-Fadok T, Ilstrup D. Temporal transverse coplostomy vs loop ileostomy in diversion: a case-matched study. Arch Surg. 2001;136(3):338- 42.

Kamada I, Faustino AM, Silva AL, Vieira ABD, Borges CT. Conhecimento acerca da estomia intestinal por pacientes acompanhados em um serviço ambulatorial de enfermagem em estomaterapia: estudo qualitativo. Rev. Estima. 2011; 9(4): 21-7.

Registered Nurses’ Association of Ontario (RNAO). Ostomy Care and Manegement. Clinical Best Practice Guidelines.Toronto, Canadá: iaBPG, 2009.

Wound Ostomy And Continence Nurses Society (WOCN).Management of the patience with a fecal ostomy: best practice guideline for clinicians. New Jersey: WOCN. 2010.

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2015 Alyne Leal de Alencar Luz, Maria Helena Barros Araújo Luz

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional.