Revista Cubana de Enfermería

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Nuevas instrucciones a los autores

 

Ofrecemos a nuestros autores unas NUEVAS INSTRUCCIONES sobre cómo se deben enviar los artículos a nuestra revista.

El cumplimiento de estas orientaciones resultan vitales para la evaluación de los manuscritos.

 
Publicado: 2014-08-22 Más...
 
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Vol. 30, Núm. 2 (2014): Abril - Junio

Tabla de contenidos

Artículos Originales

Relación del apache II con el desarrollo de úlcera por presión en pacientes críticos por trauma

Introducción: la presencia de la úlcera por presión se considera una complicación derivada de la atención en salud que conduce al incremento de la morbilidad y la mortalidad con altos costos para los sistemas de salud.
Objetivo: establecer la relación causa efecto de las variables contempladas en el APACHE II y el cuidado de la piel, como factores de riesgo para el desarrollo de úlcera por presión en pacientes críticos por trauma.
Métodos: estudio de cohorte basado en revisión de historias clínicas de pacientes críticos por trauma que ingresaron a dos Unidades de Cuidado Intensivos de Cali durante 2011-2012. La variable dependiente fue la úlcera por presión y las independientes, politraumatismos y variables del APACHE II. Se aplicó regresión lineal simple y Chi-cuadrado para establecer la asociación de las variables independientes con la dependiente. El riesgo relativo se usó para conocer la magnitud de estas asociaciones.
Resultados: la incidencia de úlcera por presión fue del 53 %. Se evidenció asociación estadísticamente significativa entre el desarrollo de úlcera por presión con las alteraciones de temperatura, frecuencia respiratoria, hipoxemia, y sodio sérico. De los 87 pacientes con APACHE II mayor o igual a 10, el desarrollo de úlcera por presión fue del 63 %.
Conclusiones: la alteración de las variables fisiológicas del APACHE II son predictivas para el desarrollo de úlcera por presión en pacientes críticos por trauma, por lo cual es posible incluirlas en las escalas que utiliza enfermería para la prevención de úlcera por presión en la población y contexto estudiado.

Margoth Consuelo Burbano López
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Alyne Leal de Alencar Luz, Maria Helena Barros Araújo Luz
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Emoção e cuidado na assistência à criança com câncer: percepções da equipe de Enfermagem

Introdução: o câncer infantil estimula profundas emoções no profissional de enfermagem, o qual se depara com uma ansiedade contínua causada por fatores extenuantes que abrangem desde questões de sobrecarga física à demanda psicológica intensa. Esta pesquisa surge da necessidade de aprofundar conhecimentos acerca da assistência dos profissionais de enfermagem à criança portadora de câncer.
Objetivos: conhecer aspectos emocionais relacionados à assistência à criança com câncer, através da pesquisa qualitativa, e dessa maneira buscou-se evidenciar as percepções e os possíveis desafios vivenciados pelos profissionais da equipe de enfermagem no contexto de sua prática profissional.
Métodos: a coleta de dados foi realizada mediante entrevistas semiestruturada com 14 profissionais da Equipe de Enfermagem, sendo escolhido como campo de estudo o Setor de Quimioterapia Ambulatorial (Hospital-Dia Peter-Pan) e o Setor de Internamento (Bloco C) do Hospital Infantil Albert Sabin, localizado na cidade de Fortaleza-Ceará. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo. A partir da análise dos dados, foi possível identificar as seguintes categorias temáticas que desvelaram as emoções e os sentimentos que a equipe de enfermagem esboça na ação de cuidar de uma criança com câncer, sendo elas “o cuidar: sentimentos e significados” e “significado de vivenciar a morte: lidando com as emoções”.
Conclusão: apesar da sobrecarga emocional a que estão expostos, os profissionais mantém o compromisso na assistência às crianças, entretanto evidencia-se a necessidade de suporte emocional para assisti-las, pois existe tendência para exaustão emocional, desânimo e fracasso. Reforça-se a importância da capacitação multidisciplinar e contínua desses profissionais e da promoção e da prevenção em saúde no ambiente de trabalho.

Aline Rodrigues de Alencar, Ana Maria Parente Garcia Alencar, Irwin Rose Alencar de Menezes, Marta Regina Kerntopf, Andreza Guedes Barbosa Ramos, Sharlene Maria Oliveira Brito, Izabel Cristina Santiago Lemos
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Artículos de Revisión

Intervenções de enfermagem para alta de paciente com estomia intestinal: revisão integrativa

Introdução: muitos pacientes submetidos a cirurgias geradoras de estomias intestinais desconhecem as mudanças enfrentadas pós-cirurgia como hábitos alimentares, modo de se vestirem, e mudanças associadas à sexualidade. Dessa forma é importante que o enfermeiro forneça informações que irão ajudar a enfrentar tais mudanças e principalmente garantir a continuidade do cuidado após a alta hospitalar.
Objetivo: identificar e analisar as produções científicas que abordem intervenções de enfermagem voltadas ao preparo para alta de pacientes com estomias intestinais.
Métodos: tratou-se de um estudo de revisão integrativa da literatura, em que foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados Medline, Web of Knowledge, CINAHL e Lilacs. Foram incluídos artigos em língua portuguesa, inglesa e espanhola, publicados no período de janeiro de 2000 a agosto de 2014. A amostra constituiu-se de 26 artigos.
Resultados: dentre as 58 intervenções identificadas, destacaram-se o estímulo ao autocuidado e o fornecimento de informações escritas sobre os cuidados domiciliares. O estímulo ao autocuidado esteve atrelado à combinação de diferentes estratégias de ensino, como oferecer informações escritas, demonstrar os procedimentos básicos, além disso, utilizar linguagem clara e de fácil entendimento.
Conclusão:
identificou-se que a maioria das intervenções relacionou-se aos cuidados de ordem física e poucas abordaram aspectos psicossociais dos estomizados.

Cissa Azevedo, Jéssica Costa Faleiro, Meury Aparecida Ferreira, Sânya Pedroso de Oliveira, Luciana Regina Ferreira da Mata, Emília Campos de Carvalho
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Auriculoterapia efeito sobre a ansiedade

Introdução: A vida agitada, rotina excessiva, estresse e a aparência de conflito estão aumentando hoje e pode causar ansiedade, comprometendo a saúde física e mental das pessoas.
Objetivos: identificar evidências na literatura sobre o efeito de orelha em protocolo de ansiedade e tratamento.
Métodos: uma pesquisa bibliográfica no PubMed, LILACS, Science Direct e IBECS com palavras-chave · Ansiedade / Ansiedade · e · Auriculoterapia / Auriculoterapia · e · Ansiedade / Ansiedade · e · fone de ouvido / Acupuntura, Orelha · adaptada a cada base, com os critérios de inclusão: trabalhos apresentados em Português, Inglês e Espanhol, publicados nos últimos dez anos.
Resultados: 78,11% dos estudos analisados ??mostraram acupuntura auricular como uma intervenção eficaz para reduzir a ansiedade. É relacionada com o protocolo de auricular ·· ele descobriu que não há consenso entre os especialistas sobre o número de sessões, duração do tratamento e os pontos aplicados para a ansiedade. Apesar desta diversidade, auricolotherapy pode ser identificado como o método preferido: aplicação da técnica por meio de uma agulha (50%), unilateral (42,9%) em pontos Shenmen (64,3%) e relaxamento (28,6%), com o manual e estimulação (78,6%) por semana (21,4%), com número variável de sessões utilizando para avaliar o efeito da técnica, os marcadores e os instrumentos de avaliação psicométrica ansiedade (78,6%).
Conclusões: Sugere-se a realização de novos ensaios clínicos para a compreensão da técnica de ouvido, uma vez que ela foi positiva para a redução da ansiedade, além de protocolo do estudo de validação.

Caroline de Castro Moura, Camila Csizmar Carvalho, Andréia Maria Silva, Denise Hollanda Iunes, Emília Campos de Carvalho, Érika de Cássia Lopes Chaves
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Monica Paola Basto Montero, Jenny Andrea Angarita Gómez, Islendy Noreña Acevedo
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Carta al editor

Importancia de la informatización del proceso de atención de enfermería.
Maria Isabel Valdes Ponciano
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