Richardson Augusto Rosendo da Silva, Bárbara Coeli Oliveira da Silva, Cristiane da Costa Silva, Vinicius Lino de Souza Neto, Flávia Allenuscha Costa Magalhães Magalhães, Maria Edjailma Silva Sousa
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Thatiane Monick de Souza Costa, Mariana Melo da Cruz Domingos, Bárbara Coeli Oliveira da Silva, Vinicius Lino de Souza Neto, Rosângela Vidal de Negreiros, Richardson Augusto Rosendo da Silva
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Os desafios do recém-graduado em Enfermagem no mundo do trabalho

 

O estudo objetivou compreender como enfermeiros recém-graduados vivenciam seu primeiro emprego. Trata-se de pesquisa qualitativa, realizada com seis enfermeiros recém-graduados, em Montes Claros, Minas Gerais - Brasil. Utilizou-se entrevista para coleta dos dados, que foram gravadas e transcritas. Os dados foram trabalhados por meio da análise de conteúdo. O projeto foi submetido à apreciação e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, parecer número 01797/11. Quanto à caracterização dos entrevistados, os sujeitos identificados pela busca ativa na instituição de saúde foram graduados em duas diferentes instituições de Montes Claros. O ano de término da graduação dos pesquisados foi, na maioria, em 2009, totalizando 66,8 % (n=04). Observa-se que o período entre a conclusão do curso e o primeiro emprego não ultrapassou um (01) ano. Ao analisar e interpretar os dados da pesquisa, fez-se a identificação dos temas mais incidentes nos discursos que permitiu a identificação de categorias que evidenciaram os desafios enfrentados, os fatores que facilitaram as entrevistadas na sua transição e a percepção de sua formação na graduação com a realidade encontrada nas instituições de saúde. Essas categorias receberam as seguintes denominações: “Os desafios da liderança e gestão”; “Competência e habilidade técnica”; “Facilidades na transição para o mundo do trabalho”; “Formação versus realidade do profissional”. O primeiro emprego representou situação de estresse e medo, sendo pontos facilitadores a formação acadêmica, realização de estágios extracurriculares e apoio dos membros da equipe. Como dificultadores, notou-se pouca idade e inexperiência, dissonância entre a teoria da graduação e a prática profissional. O primeiro emprego foi marcado por dificuldades, mas pôde ser momento para superação dos limites decorrentes da formação profissional.


Luís Paulo Souza e Souza, Weslla Sinara Soares Silva, Écila Campos Mota, Jansen Maxwell de Freitas Santana, Leila das Graças Siqueira, Carla Silvana de Oliveira Silva, Dulce Aparecida Barbosa
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Rosana Kelly da Silva Medeiros, Marcos Antonio Ferreira Júnior, Diana Paula de Souza Rêgo Pinto, Isabelle Katherinne Fernandes Costa, Viviane Euzébia Pereira Santos, Allyne Fortes Vitor
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Percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina

Introdução: o direito à saúde da mulher está definido na Constituição Brasileira e na Lei Orgânica da Saúde, mas todos esses aspectos são discutidos pensando na mulher que goza de liberdade física e jurídica, desconhecendo a realidade de mulheres presidiárias, cujo acesso às informações torna-se mais difícil e que por apresentarem uma história de vida muitas vezes penosa, enfrentam ainda mais o preconceito, devido às várias exposições sociais.

Objetivo: analisar e descrever a percepção de presidiárias sobre a assistência à saúde materna em uma penitenciária feminina.

Métodos: estudo descritivo e exploratório de abordagem qualitativa, desenvolvido no ano de 2014 numa penitenciária feminina de referência da capital piauiense, Brasil. Participaram 14 presidiárias selecionadas mediante os critérios de inclusão. Coletou-se os dados através de entrevista semiestruturada e foram analisados mediante a técnica de análise de conteúdo.

Resultados: a partir da análise emergiram duas categorias temáticas, a saber: O Enfermeiro presente na assistência pré-natal e puerperal das presidiárias; e a falta de assistência humanizada, diante de presidiárias no ciclo gravídico puerperal.

Conclusão: as participantes relataram que a Enfermagem é atuante no pré-natal e puerpério, porém queixam-se do atendimento desumano que lhes é prestado, devido ao preconceito dos profissionais de saúde relacionado à sua condição prisional.
Luzane Sousa Ferreira, Wanderson Carneiro Moreira, Marcelo Victor Freitas Nascimento, Gilson Nunes de Sousa, Márcia Andrea Lial Sertão, Eliana Campêlo Lago, Delmo de Carvalho Alencar
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El proceso de enfermería en la hospitalización del adulto

Introducción: La implementación del Proceso de Enfermería depende exclusivamente del enfermero, que posee subsidio legal para ejecutar de manera autónoma y sistemática todas las actividades que están bajo su responsabilidad.
Objetivo:
Identificar el conocimiento científico producido acerca del Proceso de Enfermería en la hospitalización del adulto en Brasil.
Métodos: Revisión integradora en las bases de datos: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, Biblioteca de Dados em Enfermagem y Scientific Electronic Library Online. Se utilizaron los descriptores: "procesos de enfermería", "diagnóstico de enfermería" y "hospitalización". Se seleccionaron los artículos publicados entre 2011 y 2016 que hicieron hincapié en el tema. La recolección de artículos fue efectuada en el período comprendido entre octubre de 2015 y abril de 2016. Se seleccionaron y analizaron los artículos que señalan las habilidades y las competencias necesarias para la implementación del Proceso de Enfermería, las dificultades encontradas durante su implementación, así como las contribuciones a la atención de enfermería delante de la hospitalización del adulto.
Conclusiones: El Proceso de Enfermería es una relevante herramienta que califica la atención de enfermería, garantiza la cientificidad de la profesión y otorga visibilidad a la enfermera dentro del servicio de salud. Sin embargo, se observó que el Proceso de Enfermería no es reconocido por la mayoría de los enfermeros. Tal hecho se ha señalado principalmente en el ámbito brasileño, donde, a pesar de la obligatoriedad de su aplicación, fue posible identificar las dificultades para su total implementación. 

Bárbara da Silva Gama, Cintia Camila Santos de Souza Costa, Bárbara Tarouco Silva
 
Diéssica Roggia Piexak, Dirce Stein Backes, Marli Stein Backes, Jamila Geri Tomaschewski-Barlem, Edison Luiz Devos Barlem, Daiane Porto Gautério
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Isabelle Campos de Azevedo, Roberta Kaliny de Souza Costa, Marcos Antonio Ferreira Júnior
 
Perfil de atendimentos do código azul em um hospital escola especializado em cardiopneumologia

Objetivo: descrever os dados epidemiológicos dos resultados do atendimento do código azul de pacientes adultos em unidades de internação de um hospital especializado em cardiologia. Métodos: trata-se de um estudo transversal retrospectivo realizado em um hospital terciário especializado em cardiopneumologia de alta complexidade. A amostra foi composta por 88 registros de atendimentos do Código Azul entre período de setembro de 2010 e junho de 2014, sendo excluídos os registros subsequentes desta data. Resultados: os pacientes atendidos pelo código azul tinham média de idade de 66 + 18 anos, com predomínio do sexo masculino (52,3%). A maioria dos casos ocorreu no plantão noturno, o tempo médio de chegada da equipe o TRR foi de 1 a 4 minutos, com duração de RCP em 26 min. Na maioria dos registros o ritmo de PCR mais prevalente foi a de AESP com 36(40%) dos casos. Após serem instituídas as medidas de RCP pela equipe do TRR, 42% dos pacientes apresentaram retorno à circulação espontânea (RCE) e 58% teve como desfecho o óbito imediatamente após a RCP. Dos 37 pacientes que apresentaram RCE, 21 destes evoluíram para óbito nas primeiras 24 horas após a PCR, 04 dos demais morreram durante a internação. Dos 13 pacientes que tiveram alta hospitalar, 3 apresentaram algum tipo de sequela neurológica permanente em decorrência da PCR. A mediana do tempo de internação em UTI foi de 3 (0 – 74) dias e de internação hospitalar foi 20 (1 – 174). Conclusão: a partir desta investigação observamos elevada mortalidade nos pacientes com algum acometimento cardiopulmonar que apresentam PCR, mesmo após o atendimento sistematizado, prestado de forma rápida, por um time treinado de acordo com as diretrizes da American Heart Association, devido as morbidades associadas a este perfil de pacientes. A população atendida era majoritariamente idosa, tendo como diagnóstico da admissão mais frequente a insuficiência cardíaca, seguido de infecção.

Eduesley Santana-Santos, Diego Gutierrez Bezerra, Maria Roselene Alberto, Fátima Gil Ferreira, Jurema da Silva Herbas Palomo, Carla Cristina Buri da Silva, Vanessa Santos Sallai
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Emoção e cuidado na assistência à criança com câncer: percepções da equipe de Enfermagem

Introdução: o câncer infantil estimula profundas emoções no profissional de enfermagem, o qual se depara com uma ansiedade contínua causada por fatores extenuantes que abrangem desde questões de sobrecarga física à demanda psicológica intensa. Esta pesquisa surge da necessidade de aprofundar conhecimentos acerca da assistência dos profissionais de enfermagem à criança portadora de câncer.
Objetivos: conhecer aspectos emocionais relacionados à assistência à criança com câncer, através da pesquisa qualitativa, e dessa maneira buscou-se evidenciar as percepções e os possíveis desafios vivenciados pelos profissionais da equipe de enfermagem no contexto de sua prática profissional.
Métodos: a coleta de dados foi realizada mediante entrevistas semiestruturada com 14 profissionais da Equipe de Enfermagem, sendo escolhido como campo de estudo o Setor de Quimioterapia Ambulatorial (Hospital-Dia Peter-Pan) e o Setor de Internamento (Bloco C) do Hospital Infantil Albert Sabin, localizado na cidade de Fortaleza-Ceará. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo. A partir da análise dos dados, foi possível identificar as seguintes categorias temáticas que desvelaram as emoções e os sentimentos que a equipe de enfermagem esboça na ação de cuidar de uma criança com câncer, sendo elas “o cuidar: sentimentos e significados” e “significado de vivenciar a morte: lidando com as emoções”.
Conclusão: apesar da sobrecarga emocional a que estão expostos, os profissionais mantém o compromisso na assistência às crianças, entretanto evidencia-se a necessidade de suporte emocional para assisti-las, pois existe tendência para exaustão emocional, desânimo e fracasso. Reforça-se a importância da capacitação multidisciplinar e contínua desses profissionais e da promoção e da prevenção em saúde no ambiente de trabalho.

Aline Rodrigues de Alencar, Ana Maria Parente Garcia Alencar, Irwin Rose Alencar de Menezes, Marta Regina Kerntopf, Andreza Guedes Barbosa Ramos, Sharlene Maria Oliveira Brito, Izabel Cristina Santiago Lemos
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Os fatores predisponentes relacionados ao acidente perfurocortante

Introdução: Os profissionais de enfermagem estão expostos a acidentes com equipamentos perfurocortantes em função do contato contínuo e direto.
Objetivos: Apresentar os fatores predisponentes que influenciam na ocorrência do acidente perfurocortante.
Métodos: Estudo com abordagem qualitativa, com base na Teoria Fundamentada nos Dados. O referencial teórico deste estudo compreendeu o Interacionismo Simbólico. A investigação alcançou 20 profissionais de enfermagem em um hospital público municipal do estado do Rio de Janeiro. Os dados foram colhidos por meio da entrevista semiestruturada. Foram analisados à luz dos procedimentos de codificação cabíveis ao método, a saber: aberta, axial e seletiva.
Resultados: Duas categorias revelam o significado atribuído pelos profissionais acerca do acidente com equipamento perfurocortante: encontrando fatores predisponentes frente à dinâmica do serviço; percebendo a imprudência e imperícia na prática dos profissionais de enfermagem.
Conclusões: As dificuldades que marcam a estrutura física, o inadequado dimensionamento de pessoal, o estado físico-psíquico dos trabalhadores de enfermagem e o déficit de recursos materiais contribuem de forma significativa para a ocorrência do acidente com perfurocortante.

Palavras chave: Enfermagem; saúde do trabalhador; acidentes de trabalho; hospitais.

Lígia Santana Rosa, Gláucia Valente Valadares, Anna Carolina Guimarães Braga, Fabrícia Costa Quintanilha Borges, Luciana Maria Capurro de Queiroz Oberg, Raquel Silva de Paiva
 
Tecnologia a distância para educação permanente de enfermeiros

Introdução: a efetividade da Educação permanente online pode ser justificada pela flexibilidade da aprendizagem adaptada conforme as necessidades dos enfermeiros e acessibilidade em qualquer tempo e espaço. Essa forma de Educação permanente tem sido vista como viável e adequada para as condições de trabalho da maioria dos enfermeiros.

Objetivo: verificar na literatura quais são as tecnologias a distância mais utilizadas para educação permanente dos enfermeiros.

Métodos: revisão integrativa da literatura, a partir dos descritores controlados; educação a distância, educação em enfermagem, educação continuada e enfermagem acrescidos do operador booleano AND. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados Lilacs, PubMed, CINAHL, Web of Science e no portal de periódicos Scielo, no período de janeiro de 2005 a abril de 2015.

Conclusões: foram elegíveis 18 artigos publicados entre 2006 e 2015, sendo quinze no Brasil e três no exterior. Quanto ao nível de evidência, nove eram nível IV, quatro Nível VI, três Nível III e dois Nível II. Quinze artigos utilizaram o AVA como tecnologia a distância para educação permanente de enfermeiros, dois a Telenfermagem e um Web site para abordar diversas temáticas. a escassez de estudos experimentais e quase-experimentais em relação a utilização das tecnologias a distância para educação permanente de enfermeiros evidencia a necessidade de se realizar pesquisas desta natureza sobre essa temática.

Delmo de Carvalho Alencar, Maria do Carmo Campos Pereira, Elaine Maria Leite Rangel Andrade
 
Daianny Arrais de Oliveira da Cunha, Patrícia dos Santos Claro Fuly
 
Ariane Gomes dos Santos, Claudete Ferreira de Souza Monteiro, Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes, Claudia Daniella Avelino Vasconcelos Benício, Lidya Tolstenko Nogueira
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fernanda azevedo teixeira rocha, ana elisa pereira chaves, yanna gomes de sousa, Alexandra Rodrigues Feijao, jank land simoa almeida, soraya Maria de medeiros
 
Intervenções de enfermagem para alta de paciente com estomia intestinal: revisão integrativa

Introdução: muitos pacientes submetidos a cirurgias geradoras de estomias intestinais desconhecem as mudanças enfrentadas pós-cirurgia como hábitos alimentares, modo de se vestirem, e mudanças associadas à sexualidade. Dessa forma é importante que o enfermeiro forneça informações que irão ajudar a enfrentar tais mudanças e principalmente garantir a continuidade do cuidado após a alta hospitalar.
Objetivo: identificar e analisar as produções científicas que abordem intervenções de enfermagem voltadas ao preparo para alta de pacientes com estomias intestinais.
Métodos: tratou-se de um estudo de revisão integrativa da literatura, em que foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados Medline, Web of Knowledge, CINAHL e Lilacs. Foram incluídos artigos em língua portuguesa, inglesa e espanhola, publicados no período de janeiro de 2000 a agosto de 2014. A amostra constituiu-se de 26 artigos.
Resultados: dentre as 58 intervenções identificadas, destacaram-se o estímulo ao autocuidado e o fornecimento de informações escritas sobre os cuidados domiciliares. O estímulo ao autocuidado esteve atrelado à combinação de diferentes estratégias de ensino, como oferecer informações escritas, demonstrar os procedimentos básicos, além disso, utilizar linguagem clara e de fácil entendimento.
Conclusão:
identificou-se que a maioria das intervenções relacionou-se aos cuidados de ordem física e poucas abordaram aspectos psicossociais dos estomizados.

Cissa Azevedo, Jéssica Costa Faleiro, Meury Aparecida Ferreira, Sânya Pedroso de Oliveira, Luciana Regina Ferreira da Mata, Emília Campos de Carvalho
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Larissa Bertacchini de Oliveira, Heloisa Ribeiro do Nascimento, Fábio da Costa Carbogim, Vilanice Alves de Araújo Püschel
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Suzane Gomes de Medeiros, Viviane Euzébia Pereira Santos
 
Cultura de segurança do paciente na percepção de profissionais técnicos de enfermagem

Introdução: instituições hospitalares que têm como premissa norteadora a segurança do paciente, oferecem assistência segura e de qualidade. Neste contexto, identificar indicadores de cultura de segurança, pode servir como iniciativa para mudanças positivas nas instituições, melhorando a comunicação e a confiança entre profissionais.

Objetivo: avaliar a percepção dos técnicos de enfermagem atuantes em um hospital geral de porte IV acerca do clima de segurança.

Métodos: estudo transversal, realizado com 345 técnicos de enfermagem. Para a coleta de dados utilizou-se o Questionário de Atitude de Segurança, Safety Atitudes Questionnaire, no segundo semestre de 2014. O ponto de corte para avaliação positiva foi ≥75 pontos. Dados analisados pela estatística descritiva.

Resultados: os escores por domínio foram: clima de trabalho em equipe 75, satisfação no trabalho 87, clima de segurança 72, percepção do estresse 57, da gerência da unidade 64, percepção da gerência do hospital 63 e condições de trabalho 73.

Conclusões: a satisfação no trabalho e clima de trabalho em equipe foram os domínios que obtiveram médias satisfatórias, o que refle diretamente na qualidade da assistência prestada. As médias mais baixas foram em relação à percepção da gerência, aspecto que pode evidenciar distanciamento entre os profissionais de diferentes níveis hierárquicos. Resultados podem contribuir para o planejamento e organização das ações, no intuito de qualificar o atendimento e os profissionais atuantes.

Catiéle Raquel Schmidt, Marli Maria Loro, Fabiele Aozane, Jaqueline Herter Soares, Greice Letícia Toso, Adriane Cristina Bernat Kolankiewicz
 
Tensão do papel de cuidador principal diante do cuidado prestado a crianças com câncer

Introdução: a luta contra o câncer não é um processo fácil e não se limita só ao paciente, mas se estende àqueles mais próximos a ele e que exercem o papel de cuidador.
Objetivo: avaliar o diagnóstico de enfermagem “Tensão do papel de cuidador” em cuidadores de crianças internadas com câncer.
Métodos: trata-se de um estudo exploratório com abordagem quantitativa, realizado de janeiro a março de 2012 em um hospital de referência para o tratamento do câncer infantil na capital do estado de Pernambuco, Brasil. A amostra foi constituída por 46 cuidadores principais de crianças com câncer. Os dados foram coletados pela técnica de entrevista uma entrevista estruturada com perguntas referentes às características definidoras do diagnóstico “Tensão do papel de cuidador”. Os dados das características definidoras estão organizados em porcentagens de acordo com a frequência de ocorrência.
Resultados: apresentaram o diagnóstico “Tensão do papel de cuidador” 44 cuidadores (95,65 %). A característica definidora “enfrentamento individual prejudicado” foi a mais frequente (84,7 %), seguido pelo estresse com 82,6 % e a preocupação coma rotina de cuidados (78,2 %). As patologias cardiovasculares foram a menos frequente (2,1 %), e a “diabete” não foi citado por nenhum cuidador. Verificou-se não haver relação entre o número de características definidoras com o tempo de tratamento.
Conclusão: os cuidadores das crianças apresentam características definidoras que são pertinentes para sinalizar a presença do diagnóstico “Tensão do papel de cuidador”, demonstrado pelos mais diferentes aspectos físicos, emocionais e sociais resultantes dessa atividade.

Rafaela Azevedo Abrantes de Oliveira, Taciana Michele de Lira Moura, Jaqueline Galdino Albuquerque Perrelli, Marcos Venícios de Oliveira Lopes, Suzana de Oliveira Mangueira
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Hipodermóclise - ferramenta terapêutica para o cuidado de enfermagem e saúde

Introdução: a hipodermóclise é uma alternativa tecnológica utilizada na administração de fluidos dentro do espaço subcutâneo. Essa técnica se apresenta como uma estratégia terapêutica que contribui, não somente, para a administração de medicamentos e fluidos, como no auxilio ao estimulo da autonomia e autocuidado do indivíduo.

Objetivo: identificar como a hipodermóclise vem sendo abordada na literatura.

Métodos: trata-se de uma revisão integrativa, onde foi realizado um levantamento sobre artigos publicados nos bancos de dados da MEDLINE; BDENF; CUMED e LILACS, entre os anos de 2005-2015. Sendo utilizados para a busca os seguintes descritores: hipodermóclise; enfermagem; saúde.

Conclusões: foram selecionados 11 artigos que deram origem a três categorias temáticas: 1) Terapia subcutânea, uma via alternativa para o cuidado em saúde; 2) Hipodermóclise: técnica, utilização e aplicabilidade; 3) Hipodermóclise: tecnologias em saúde e a equipe de enfermagem. Apesar da necessidade de novos estudos sobre a temática, a técnica de hipodermóclise representa uma alternativa terapêutica a assistência do cuidado de enfermagem e em saúde. Com comprovada eficácia clínica e a possibilidade da sua utilização tanto no ambiente hospitalar, como em domicílio, ressaltam-se questões referentes ao conforto, tolerância e comodidade do paciente.
Willian de Andrade Pereira de Brito, Carla Lube de Pinho Chibante, Fátima Helena do Espírito Santo
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Prevalência do diagnóstico de Enfermagem ansiedade em pessoas com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Introdução: A ansiedade tem impacto biopsicossocial acarretando baixa adesão à terapêutica antirretroviral altamente eficaz, o qual tem contribuído, ao longo das últimas décadas, para a longevidade e manutenção da qualidade de vida das pessoas vivendo com Aids.
Objetivo: Identificar a prevalência do diagnóstico de enfermagem ansiedade em pessoas vivendo com Aids, suas características definidoras que apresentaram associação estatística e verificar suas razões de prevalência.
Métodos: Oesquisa transversal realizada com 113 pessoas vivendo com Aids. Os dados foram coletados no período de março a setembro de 2014 em hospital de referência para o tratamento de doenças infectocontagiosas, por meio de um roteiro de anamnese e exame físico. A elaboração dos diagnósticos foi processual, e para o tratamento dos dados utilizou-se os testes de qui-quadrado de Pearson e exato de Fisher, sendo calculadas também as razões de prevalência.
Resultados: Foram identificados 21 diagnósticos de enfermagem, a qual ansiedade esteve presente em 98 % da população estudada. A razão de prevalência ratifica que as chances das pessoas que vivem com Aids desenvolverem o diagnóstico de enfermagem Ansiedade foram de aproximadamente: 3,1 vezes para Desesperado, 2,9 vezes para Medo, 1,6 vezes para irritabilidade, 1,2 vezes Angustiado e 1,2 vezes Apreensivo quando comparados aos pacientes que não apresentaram essas características.
Conclusão: aAs pessoas vivendo com Aids apresentaram características definidoras peculiares ao diagnóstico ansiedade, e algumas com associação estatística significativa.

Carla Cristina da Silva Tavares, Vinicius Lino de Souza Neto, Altamiro Lucas Pamplona Fernandes Gurgel, Bárbara Coeli Oliveira da Silva, Rosângela Vidal de Negreiros, Richardson Augusto Rosendo da Silva
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Características psicológicas e cognitivas relacionadas aos aspectos clínicos e socioeconômicos dos pacientes em hemodiálise

Introdução: A hemodiálise contribui para a eliminação de substâncias indesejáveis ao organismo, de modo a diminuir os efeitos do comprometimento da disfunção renal, mas algumas repercussões em diferentes áreas do corpo são percebidas, como as psicológicas e cognitivas.
Objetivo:
Identificar a associação entre as características psicológicas e cognitivas do paciente em hemodiálise com seus dados clínicos e socioeconômicos.
Métodos: Pesquisa transversal, realizada com 100 pacientes em hemodiálise internados em um hospital universitário e atendidos em uma clínica de hemodiálise do Nordeste do Brasil. Os dados foram coletados, no período de dezembro de 2012 a abril de 2013, a partir de um formulário contendo dados socioeconômicos, clínicos, Mini Exame do Estado Mental, escala de ansiedade e critérios para a medição da agitação. Estudo aprovado pelo comitê de ética com protocolo 148.428 e Certificado de Apresentação para Apreciação Ética 08696212.7.0000.5537.
Resultados:
A maioria sexo feminino (52 %), idade média de 51,1 anos (±16,5), medianas de 6,5 anos de estudo e renda de dois salários mínimos. Dados laboratoriais: Ureia e creatinina alteradas em 100 % dos pacientes, potássio alterado em 73 %, hemoglobina (72 %) e hematócrito (95 %) diminuídos. Dados clínicos: 81 % hipertensos e 30 % diabéticos. Maioria dos pacientes ansiosa e agitada. Houve associação estatisticamente significativa entre: ansiedade e idade (p=0,030) e ansiedade e renda familiar (p=0,048).
Conclusões: Identificaram-se associações entre ansiedade e duas variáveis socioecômicas, idade e renda familiar, não sendo evidenciadas associações com as variáveis clínicas.

Ana Luisa Brandão de Carvalho Lira, Maria Isabel da Conceição Dias Fernandes, Ana Beatriz de Almeida Medeiros, Jéssica Dantas de Sá Tinôco, Alexsandra Rodrigues Feijão, Bertha Cruz Enders
 
Diagnósticos de enfermagem do domínio autopercepção em pessoas vivendo com AIDSIntrodução: Atualmente existem 34,0 milhões de pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no mundo. Na América Latina estima-se que 1,6 milhões de pacientes vivem com o vírus. Diante dessa problemática, o cuidado a pessoas vivendo com Aids requer da equipe multiprofissional habilidades e competências. Objetivo: Identificar diagnósticos de enfermagem do domínio autopercepção da NANDA-Internacional e analisar a associação entre os diagnósticos mais frequentes e suas características definidoras, fatores relacionados/risco em pessoas vivendo com Aids. Métodos: Estudo transversal com 113 pessoas vivendo com Aids em um hospital de doenças infectocontagiosas. Os dados foram coletados utilizando-se um roteiro de anamnese e exame físico. Os diagnósticos foram identificados por meio do julgamento clínico de Risner e a associação foi calculada com os testes qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher. Resultados: Identificaram-se 11 diagnósticos, sendo os mais frequentes: distúrbio da imagem corporal; risco de dignidade humana comprometida; baixa autoestima situacional; desesperança; baixa autoestima crônica. Em geral, as características definidoras e os fatores dos diagnósticos apresentaram associação significante. Conclusões: O estudo contribuiu para a identificação dos diagnósticos de enfermagem associado a seus componentes nos pacientes investigados.
Vinicius Lino de Souza Neto, Richardson Augusto Rosendo da Silva, Marilia Ribeiro Maia, Renan Ribeiro Barbosa Alves, Flávia Allenuscha Costa Magalhaes, Felype Joseh de Souza Lima Alves e Silva
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Produção científica sobre as contribuições fenomenológicas para o estudo da tanatologia na enfermagem

Introdução: a intervenção do cuidado passa diretamente pela compreensão, reflexão, analise de como o profissional da enfermagem percebe o fenômeno do processo de morte/morrer.

Objetivo: analisar as produções científicas desenvolvidas pela enfermagem que abordam a temática tanatologia.

Método: estudo de revisão integrativa, de característica crítica e retrospectiva. Estratégia de busca: utilização da palavra-chave “fenomenologia” e descritores “enfermagem”, “cuidados paliativos” e “tanatologia”. A busca ocorreu nas bases: MEDLINE; LILACS; BDENF e SCOPUS. Critérios de inclusão: artigos disponibilizados na íntegra nos portais de dados selecionados que apresentavam aderência à temática em Português, Inglês e Espanhol, publicados entre os anos de 2011 a 2015 e que apresentassem na metodologia o referencial filosófico adotado. Critérios de exclusão: pesquisas que se encontravam repetidas nas bases de dados.

Resultados: abordam o processo morte/morrer por acadêmicos ingressantes no curso de enfermagem; a vivencia da terminalidade por intermédio da arte; o cuidado paliativo na terminalidade e a doação de órgãos após a finitude da vida.

Conclusão: a preocupação pela temática permeia o cenário acadêmico e hospitalar, mas em ambos a preocupação mais latente está ligada a humanização assistencial. As produções científicas desenvolvidas pela enfermagem que abordam a temática tanatologia presam pelo cuidado não apenas durante o processo morte/morrer, mas estende-se ao pós-morte por meio da doação de órgãos, o que demonstra um olhar holístico ao exercer o cuidar, tornando este efetivo e com repercussões positivas sobre a memória dos que recebem os cuidados. 

Fabiana Lopes Joaquim, Rose Mary Costa Rosa Andrade Silva, Eliane Ramos Pereira, Sérgio Henrique Silva Melo, Alessandra Conceição Leite Funchal Camacho
 
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